Caburé

Caburé

Caburé

“Com meus traços quero compartilhar essa riqueza tão original do imaginário popular brasileiro, ao mesmo tempo regional e universal. ”

CV

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Rafael Caburé é um artista visual, grafiteiro e gravurista. Nascido em  Itabuna, Bahia  (1984) e criado em Guarulhos, São Paulo, iniciou seu percurso como autodidata. Desde cedo se inspira na arte de rua, na música e cena underground. 

Em 2010 foi convidado a residir e fazer trabalhos em Lisboa, Portugal, onde teve a oportunidade de participar de alguns projetos como:  Meeting of Styles Lisboa; exposição Walk & Talk Azores; exposição individual Feito à Mão, além de trabalhos como arte-educador em projetos sociais. De volta ao Brasil, passou a desenvolver trabalhos em xilogravura, técnica com a qual teve os primeiros contatos em oficinas ministradas pelo artista Augusto Sampaio na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Entre suas referências artísticas estão Aldemir Martins, Emiliano Di Cavalcanti, Lívio Abramo, Lasar Segall, Gilvan Samico, Abelardo da Hora, movimento armorial, além de nomes da música popular brasileira, como Jorge Ben, Nação Zumbi, entre outros.

Meu Universo Artístico

Atualmente seu processo criativo gira em torno de um imaginário popular, onde o universo da xilogravura e ilustração se  fundem com o graffiti,  fazendo emergir figuras e personagens como  pássaros e animais fantásticos, em composições geométricas com traçado único, formando uma cosmologia própria

Philaico

Philaico

Philaico

“Através da arte tenho o intuito de resgatar as referências do nosso povo nativo, ancestralidade, a ligação e o valor do homem.”

Felipe Mei, (Philaico), nascido em São Paulo, vem desde 2010, desenvolvendo pinturas, serigrafias e estêncil. A partir de sua vivencia em uma das maiores cidades do mundo, teve desde cedo contato com arte de rua, onde começou a pintar muros a paredes de seu bairro e comunidades do entorno.
Co-fundou um espaço coletivo de artistas chamado SUBGaleria, em 2014. Aqui eles realizaram exposições com artistas independentes de toda a América Latina, de várias disciplinas. O coletivo também organizou várias feiras de impressão e criou inúmeros murais pela cidade.
Mais recentemente, após sua própria experiência de viver mais de 28 anos em São Paulo (SP), Philaico quis revelar mais sobre a relação que os cidadãos de SP têm com a megacidade, muitas vezes caótica e avassaladora. Seu trabalho analisa o relacionamento que as pessoas têm com a cidade, a fim de buscar, através de seus retratos, uma compreensão mais profunda do sentimento de pertencer a um espaço.

Meu Universo Artístico

Os artistas e a cultura sofreram um processo de abandono por parte do estado, o que afetou particularmente a comunidade artística. Portanto, Philaico frequentemente retrata amigos que estão envolvidos nessa comunidade entre outros movimentos underground de SP. Ele usa o momento da fotografia como base para o estudo da composição de cores, luzes e sombras. Em colaboração com fotógrafos, ele brinca com luzes de diferentes cores para criar contrastes visuais intensos e um elemento surrealista em seu trabalho. Ele acredita que a rua funciona como uma plataforma perfeita para exibir as fotos como murais e colocar esse sentimento expresso pelas pessoas na esfera pública.

Bisner

Bisner

Alexandre Bisner

“Meu universo abrange trabalhos que misturam colagem, lambe-lambe, spray e tinta acrílica.”

Alexandre Makiolke, a.k.a. Bisner, iniciou sua pesquisa em arte urbana com seu trabalho de conclusão do curso de Artes Visuais, em 2007, apresentando sua primeira experiência com lambe lambe.

A partir de 2011, passa a desenvolver colagens em grandes formatos.  Começa a praticar serigrafia em 2016, produzindo peças de sticker art e lambe lambe, participando de eventos de arte urbana, como os festivais de La Mèche, em Toulouse e do 1° World Wide Wheatpaste Wall, em Roma.

Estuda mais afundo a serigrafia, em 2017 reproduz colagens em serigrafias feitas em quadricromia. Já em 2018 abre no SESC Cadeião Cultural sua primeira exposição individual, intitulada VIDA, onde apresentei trabalhos que misturam colagem, spray e tinta acrílica.

A convite da Galeria Plexi, participa da Virada Cultural da Vila Madalena em São Paulo em 2019, Sua exposição mais recente, fevereiro de 2020, foi a Collective 20/20 no Jubilant Art na cidade do Porto, Portugal.

Meu Universo Artístico

Meus trabalhos vão desde colagens em grandes formatos, integrando os processos de lambe lambe, serigrafia, spray e tinta acrílica, adquirindo assim minha assinatura própria.

Flecha

Flecha

Paulo Flecha

“Através da arte tenho o intuito de resgatar as referências do nosso povo nativo, ancestralidade, a ligação e o valor do homem.”

Autodidata, grafiteiro e designer gráfico desde 2000. Morador do Grajaú, zona sul de SP. Sua arte tem o intuito de resgatar as referências dos povos nativos das terras brasileiras, a ancestralidade, a ligação e o valor do homem ao estar e precisar viver em contato e harmonia com a natureza. 

Através da pintura, do graffiti e de ilustrações, transforma uma linguagem em estilo próprio, desenvolve experimentações por meio de suas intervenções artísticas e o seu dia-a-dia com a sociedade.

Meu Universo Artístico

Transformo uma linguagem em estilo próprio, com minhas experimentações artísticas e meu questionamento. O grafite e a ilustração fazem parte do meu dia a dia, da minha vida.