Philaico

Philaico

Philaico

“Através da arte tenho o intuito de resgatar as referências do nosso povo nativo, ancestralidade, a ligação e o valor do homem.”

Felipe Mei, (Philaico), nascido em São Paulo, vem desde 2010, desenvolvendo pinturas, serigrafias e estêncil. A partir de sua vivencia em uma das maiores cidades do mundo, teve desde cedo contato com arte de rua, onde começou a pintar muros a paredes de seu bairro e comunidades do entorno.
Co-fundou um espaço coletivo de artistas chamado SUBGaleria, em 2014. Aqui eles realizaram exposições com artistas independentes de toda a América Latina, de várias disciplinas. O coletivo também organizou várias feiras de impressão e criou inúmeros murais pela cidade.
Mais recentemente, após sua própria experiência de viver mais de 28 anos em São Paulo (SP), Philaico quis revelar mais sobre a relação que os cidadãos de SP têm com a megacidade, muitas vezes caótica e avassaladora. Seu trabalho analisa o relacionamento que as pessoas têm com a cidade, a fim de buscar, através de seus retratos, uma compreensão mais profunda do sentimento de pertencer a um espaço.

Meu Universo Artístico

Os artistas e a cultura sofreram um processo de abandono por parte do estado, o que afetou particularmente a comunidade artística. Portanto, Philaico frequentemente retrata amigos que estão envolvidos nessa comunidade entre outros movimentos underground de SP. Ele usa o momento da fotografia como base para o estudo da composição de cores, luzes e sombras. Em colaboração com fotógrafos, ele brinca com luzes de diferentes cores para criar contrastes visuais intensos e um elemento surrealista em seu trabalho. Ele acredita que a rua funciona como uma plataforma perfeita para exibir as fotos como murais e colocar esse sentimento expresso pelas pessoas na esfera pública.

Marcelo Dias

Marcelo Dias

Marcelo Dias

“Meu trabalho foca as relações humanas e fragilidade através da arquitetura, corpo e escala.”

Arquiteto de formação e design de objetos, Dias trabalha com artes visuais desde 2003. Participou de exposições coletivas e individuais, além de dar cursos e aulas de arte contemporânea. Seu interesse sempre voltado para a escultura e tridimensionalidade nos mais variados suportes – pedra sabão, chapa de aço, cerâmica, assemblagem, madeira, etc.

Atualmente, vive em Ribeirão Preto onde desenvolve seu trabalho artístico com suportes extremamente delicados como o bambu e o gesso, mesmo assim suas obras carregam muita força. Além de focar particularmente nas relações humanas e na fragilidade através da arquitetura, corpo e escala.

Meu Universo Artístico

Questiono nossas ações, as ações dos seres humanos refletindo nossas próprias indagações e anseios diante da grandeza mundo, numa atitude puramente existencial.