Caio Rami – RMI

Caio Rami – RMI

Caio Rami – RMI

Artista plástico, ilustrador e muralista

Caio Rami – RMI – é natural da capital paulista e morador da Vila Madalena.

Artista plástico, ilustrador e muralista, ele é formado em Arquitetura pela Escola da Cidade.

Nos anos 1990, ainda na infância, RMI já se interessava por arte e artesanato, influenciado principalmente pela madrinha, Marta Oliveira, uma artista múltipla da primeira geração da Pop Art e Street Art brasileira. Marta costumava fazer esculturas de Lego gigantes para alegria do afilhado.

Já na adolescência, em 2000, o artista descobriu o PIXO: primeiro no colégio e depois nas ruas da Zona Oeste de São Paulo.
Em 2007, ingressou na Faculdade de Arquitetura e começou a se interessar por Graffiti e Street Art e a se identificar como artista de fato.

Em 2010, foi cofundador da GOMA Oficina – coletivo de cenografia e intervenção urbana que o levou a trabalhar em grandes projetos importantes em sua formação artística: intervenção com PIXOS em neon na fachada do CCBB pelo projeto URBE e intervenção com projeção mapeada na fachada do IAB no evento de comemoração de 50 anos do instituto.

Por volta de 2014, passou a se dedicar à carreira solo de artista e passou a assinar RMI. O marco foi o projeto Revivarte em que participou ao lado dos artistas Subtu, Fel e Mundano e envolveu a pintura das empenas do conjunto habitacional Parque do Gato no Bom Retiro.

Sua expressão artística tem uma pegada Street Art com ilustração, figuras orgânicas e muita cor. Gosta de trabalhar degradê com paletas análogas e quebrar com cores complementares, assim como fazer acabamento com tracejado em hachuras para texturização e sombreamento. Suas influências são Pop Art , Graffiti, Pixação, HQ e nomes como Keith Hering, BLU, Gêmeos, Quino, Henfil, Angeli.

Suportes principais são paredes e telas, mas também trabalha com arte digital, capas de álbum, luminárias artísticas, projetos cenográficos e instalações.

Obras

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Izu

Izu

Izu

Grafiteiro e artista plástico autodidata

Ivo Ferreira é Izu, grafiteiro e artista plástico autodidata de São Paulo.

Formado pela faculdade das ruas, começou a pichar aos 14 anos, inspirado pela arte de rua que via nas redondezas de sua casa, no bairro Rio Pequeno, zona Oeste de São Paulo.

Aos 16, passou para o graffiti e durante sete anos, enquanto trabalhava como motoboy, espalhou seu personagem – a Abespa, uma mistura de abelha com vespa -, por todos os lugares por onde passava.

Com a experiência de quem está há quase 30 anos no graffiti e pelas ruas de São Paulo, Izu leva as técnicas e a linguagem da arte urbana para além de murais, grafitando em tela e criando toy arts extremamente criativos.
Em 2002, esteve entre os finalistas para estampar a capa de CD da cantora Madonna. Dois anos depois, ganhou o Prêmio Natura e teve sua Abespa estampada na embalagem do perfume “Urbano”.

Participou de vários projetos dentro e fora da favela São Remo onde mora, curadoria e parcerias com vários eventos voltados para graffiti e hoje se dedica a pintura e desenvolvimento de arte urbana.

Sempre envolvido em projetos sociais, Izu é reconhecido por ser um dos melhores grafiteiros da zona oeste de São Paulo.

Ori

Ori

Ori

Artista plástico, quadrinista, ilustrador

Laerte Barcelos Heredia de Paiva é Ori: filho de Ogum com Oxum, nascido no bairro da Tijuca e criado no subúrbio de Marechal Hermes. Atualmente, mora na capital paulista.

Ori é artista plástico, quadrinista e ilustrador e, ocasionalmente, também trabalha com cerâmica. Nas artes plásticas, dedica-se à pintura de quadros a óleo; no papel, navega por aquarela, carvão, acrílica e subcolagem. Às vezes, mistura todas as técnicas no papel.

Ori passou por três faculdades: Publicidade; Engenharia Química Têxtil e Design Gráfico, sem estudar arte diretamente.

Técnico em restauração de edifícios históricos, o artista desenhava desde criança, mas só foi pintar profissionalmente, quando decidiu reformar seu apartamento em Marechal Hermes e não encontrou quadros com as personalidades negras brasileiríssimas que ele tanto procurava, como Cartola, Dona Ivone, Abdias do Nascimento, Zózimo ou Milton Santos.

Sem ter suas referências pessoais e artísticas homenageadas e lembradas em obras de arte, Ori decidiu pintar seus próprios quadros. Os amigos adoraram o resultado e o incentivaram a assumir o que sempre foi: artista plástico.

As obras de Ori bebem de fontes inspiradoras potentes como Hector Julio Páride Bernabó, o Carybé e Kadir Nelson.

Obras

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Caio Bless

Caio Bless

Caio Bless

Artista plástico

Caio Bless é bacharel em Artes Plásticas – pintura, gravura e escultura, pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Trabalha com Street Art desde os 17 anos.

A produção do artista é voltada para a arte de rua, por isso utiliza como suporte de suas pinturas objetos de entulho, carregados de marcas da cidade deixadas pelo tempo e, às vezes, pelo abandono também.

Cada fragmento de história gravado nos objetos, proporciona um suporte repleto de tons, camadas, vernizes, entre outras tantas marcas pictóricas, ressignificadas pelo artista com sua intervenção.

Realizou mostras individuais e coletivas em galerias do Brasil e Europa, possui painéis artísticos em Portugal e Espanha, além disso foi convidado a participar da Feira Art Madrid 2019, MAAU – Museu Aberto de Arte Urbana, FAM Festival, Pixel Show e TED x São Paulo.

Daniel Paschoalin

Daniel Paschoalin

Daniel Paschoalin

Escultor, fotógrafo, arquiteto e professor universitário

Daniel Morais Paschoalin, o DMP, é professor e arquiteto com graduação e mestrado pela USP de São Carlos. Tem especialização em desenho, fotografia e escultura.

O trabalho de DMP é embasado em três alicerces – engajamento social, uso de tecnologia com modelagem e fabricação digital e valorização do trabalho artesanal – e transita por técnicas como assemblage e arte povera. Os materiais utilizados por ele são sempre simples e acessíveis, como arame e madeira reciclada.

Além de criar uma série de personagens e objetos em arame, Daniel passou à exploração plástica de materiais comuns em replicagens, como nos trabalhos premiados “Multitudes” e “Pequeno Reino” com o uso de prendedores de roupa na confecção de centenas de pequenas figuras.

Escultor premiado e apaixonado pela arte de criar e recriar com consciência social, a docência permitiu a Daniel se aproximar da carreira artística, na qual acumula diversos prêmios em salões e trabalhos em coleções nacionais e internacionais.

Em 2017 e 2019, obteve premiação nas edições de 49o. e 51o. Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba com as obras “Meus pés” e “Pequeno Reino”, respectivamente. Participou da Casacor São Paulo, em 2019 e na edição de Ribeirão Preto, em 2018. Em 2020, participou do evento Expo Revestir como artista convidado pela cerâmica Carmelo Fior.

Em 2020, conquistou prêmios no 16º Salão de Arte Contemporânea de Guarulhos, 17º Território da Arte de Araraquara e o prêmio de reconhecimento de trajetória artística da Prefeitura Municipal de São Carlos.

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